segunda-feira, 23 de maio de 2011

Acho que escolhi o dia mais insignificante da minha vida para voltar a escrever. Hoje não saí de casa... acordei às 11h, tudo o que tinha planeado era acender a TV e mudar, constantemente, de canal. Parece que tudo correu como esperava. 
Neste dia tão especial por razões em cima descritas, tomei a liberdade de pensar numa pequena história:
Era uma vez um rapaz e uma rapariga. Mas, (como em todas as histórias há um "mas" esta não é excepção, apesar disso, ao contrário de outras, nesta não existem bruxas más) eles tinham amigos, conhecidos e familiares que se intrometiam nas suas vidas. O rapaz e a rapariga gostavam de ter tempo para estarem juntos, tempo esse, que nem sempre lhes era concedido. Mesmo tentando lutar contra tudo e contra todos, o rapaz e a rapariga acabaram por se separar. pois existia uma grande pressão sob aqueles dois corpos. 
Conclusão: por mais que tentamos, a relação não é constituída por duas pessoas. Infelizmente para este rapaz e esta rapariga, a sua história não foi "e viveram felizes para sempre", mas sim " e viveram infelizes para sempre". Os seus pequenos corações não conseguiram aguentar tanta dor, que passados alguns dias ambos pararam de bater e se quebraram.
(isto deveria ter sido publicado em Domingo, 22/05)

terça-feira, 3 de maio de 2011

Para todas as coisas que deveria ter dito, mas que nunca disse.
Para tudo o que deveria ter feito, mas que nunca fiz.
Para tudo o que deveria ter dado quando precisaste de mim, mas que nunca dei.
Para todas as coisas que me privaste, mas que nunca me importei.
Para todos os olhares que me fazias, mas que nunca dei muita atenção.
Para todo o tempo que estivemos juntos, mas que agora parece tão distante.
Para tudo isto e para nós digo: "a desilusão é o pior que alguém pode sentir!"