True love just destroys us
sábado, 18 de junho de 2011
Reflexão Sobre Algo Meramente Imaginável
Eu acho que o Amor vive no nosso interior e não estou a pensar no nosso amor próprio, mas sim, no Amor que cresce e ganha raízes e ramificações em nós e nos outros. O Amor que os outros podem sentir e quando é tão forte, tão poderoso até podem tocar. Pode ser uma semente, como aquele tal Amor que cresce, ou um ponto minúsculo e isolado num canto do nosso ser. O meu é um Amor à parte, está guardado numa caixa fechada a cadeados e correntes. Falo para essa caixa, o meu diário talvez? Não sei, mas ela ajuda-me a pensar; por vezes em vão, mas sem nunca desanimar pois sei que vai estar sempre lá, pronta a abrir as fechaduras. Quando chegar essa altura sei que descobri o verdadeiro Amor!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Almas Vazias
Todas as almas têm um rumo! Esse, que pode ter mais ou menos prazer; a tua alma é o teu reflexo o que quer dizer que o que tu és ou deixas transparecer é o que a tua alma capta, como uma esponja que absorve toda a água que consegue. Portanto, cada um é que sabe o que faz com a sua alma, ou seja, podes ter uma alma única ou vulgar, poderosa ou insignificante, enfim, cada um traça o seu destino. E que, por fim, esse é incerto...
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Acho que escolhi o dia mais insignificante da minha vida para voltar a escrever. Hoje não saí de casa... acordei às 11h, tudo o que tinha planeado era acender a TV e mudar, constantemente, de canal. Parece que tudo correu como esperava. Neste dia tão especial por razões em cima descritas, tomei a liberdade de pensar numa pequena história:
Era uma vez um rapaz e uma rapariga. Mas, (como em todas as histórias há um "mas" esta não é excepção, apesar disso, ao contrário de outras, nesta não existem bruxas más) eles tinham amigos, conhecidos e familiares que se intrometiam nas suas vidas. O rapaz e a rapariga gostavam de ter tempo para estarem juntos, tempo esse, que nem sempre lhes era concedido. Mesmo tentando lutar contra tudo e contra todos, o rapaz e a rapariga acabaram por se separar. pois existia uma grande pressão sob aqueles dois corpos.
Conclusão: por mais que tentamos, a relação não é constituída por duas pessoas. Infelizmente para este rapaz e esta rapariga, a sua história não foi "e viveram felizes para sempre", mas sim " e viveram infelizes para sempre". Os seus pequenos corações não conseguiram aguentar tanta dor, que passados alguns dias ambos pararam de bater e se quebraram.
(isto deveria ter sido publicado em Domingo, 22/05)
terça-feira, 3 de maio de 2011
Para todas as coisas que deveria ter dito, mas que nunca disse.
Para tudo o que deveria ter feito, mas que nunca fiz.
Para tudo o que deveria ter dado quando precisaste de mim, mas que nunca dei.
Para todas as coisas que me privaste, mas que nunca me importei.
Para todos os olhares que me fazias, mas que nunca dei muita atenção.
Para todo o tempo que estivemos juntos, mas que agora parece tão distante.
Para tudo isto e para nós digo: "a desilusão é o pior que alguém pode sentir!"
Para tudo o que deveria ter feito, mas que nunca fiz.
Para tudo o que deveria ter dado quando precisaste de mim, mas que nunca dei.
Para todas as coisas que me privaste, mas que nunca me importei.
Para todos os olhares que me fazias, mas que nunca dei muita atenção.
Para todo o tempo que estivemos juntos, mas que agora parece tão distante.
Para tudo isto e para nós digo: "a desilusão é o pior que alguém pode sentir!"
domingo, 24 de abril de 2011
Aquele arrepio por todo o corpo. O prazer de te ver, de te ouvir. Depois sentir a ausência, passa por mim como um vento cortante que me acorda a meio da noite. Procuro objectos que me lembrem de ti, tentando fazer com que a saudade desapareça. Ao início do dia o meu ser é desajeitado e inquieto. Tento recordar as horas anteriores, apesar de as querer esquecer. Pois nesses momentos sinto-te comigo.Vivo de saudades, de ilusões. Até que voltas, ouço a tua gargalhada e fico, de novo, entusiasmado.
Porquê todo aquele sofrimento se, no final, acabas sempre por voltar? Sei, no meu íntimo, que haverá um dia em que não vais aparecer. Eu apenas antecipo.
10/1/21/9
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Primavera
Continuo a lembrar-me daquele dia. Começava a primavera, dois meses antes tinhas-me dito que gostavas de ver as flores a renascer. Eu disse-te: promete que vais ficar aqui, promete que nunca me deixarás mesmo que o amor acabe. Tu acenaste e respondeste: prometo!
Agora olho para todos os lados à procura de conforto e o que encontro? Um abismo que começa a ficar cada vez mais fundo.
Sussurro o teu nome, grito por ti. Mas não apareces. Sei o que agora é obsessão, foi amor. Um amor sem grande emotividade, um amor despido de ternura.
Agora olho para todos os lados à procura de conforto e o que encontro? Um abismo que começa a ficar cada vez mais fundo.
Sussurro o teu nome, grito por ti. Mas não apareces. Sei o que agora é obsessão, foi amor. Um amor sem grande emotividade, um amor despido de ternura.
os nossos porquês
Tem de existir sempre um porquê? Agora acho que não, mas antes... antes estava contigo. Não compreendia a essência da relação. E voltava a perguntar o porquê de ainda continuarmos juntos. O que nos unia era amor? Não! Amizade? Nem sequer isso existia. Então que sentimento nutríamos? Pela minha parte era uma forte insegurança, tu fazias-me sentir desejado, mas sempre foste uma espantosa conhecedora do meu ser, por isso sabias o que me fazia falta para me sentir melhor. Voltei a perguntar, simplesmente, "porquê?".
Agora dizem que foi por isso que acabámos!
Agora dizem que foi por isso que acabámos!
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